"Acho que é especial, parece que voltámos a 2020"

  • 10/01/2026

A caminho da sétima fase final com as 'cores' lusas, entre Mundiais e Europeus, além dos Jogos Olímpicos Tóquio2020, disputados em 2021 devido à pandemia de covid-19, Areia, de 35 anos, é um dos elementos mais velhos da convocatória de Paulo Jorge Pereira e encara a fase final deste ano à imagem da edição de 2020.

 

"Eu acho que é especial, parece que voltámos a 2020. O sentimento é quase o mesmo, com um bocadinho de responsabilidade diferente, não só como atleta e como jogador experiente no seio do grupo, mas também devido aos resultados que a seleção tem feito nos últimos anos, em que temos mostrado o nosso nível muito elevado", recordou o ponta direito.

E acrescentou: "É uma responsabilidade superboa, de que gosto. Eu e o grupo todo gostamos de a acarretar às costas, porque temos capacidade para o fazer".

Em Rio Maior, durante o estágio dos 'heróis do mar' rumo à nona fase final, o 'canhoto' dos franceses do Tremblay relembrou a edição de 2020, na qual os lusos perderam contra a Alemanha (29-27), em Estocolmo.

"Lembro-me perfeitamente, é impossível esquecer. E vou viver [esta fase final] de igual forma, porque acho que são momentos especiais e temos que aproveitar ao máximo. Participei na primeira competição em 2020 e o sentimento era deslumbrante. Agora, se calhar, já não me deslumbro tanto, mas continuo a sentir que é como se estivesse em 2020", contou.

Apesar de ser um dos mais velhos do grupo, juntamente com o pivô Victor Iturriza, Areia sente-se com "capacidade para continuar a ajudar" naquilo que lhe "for proposto".

O quarto lugar obtido no Mundial2025 ainda está bem presente na mente dos jogadores portugueses, pelo que na cidade de Herning, na Dinamarca, a vontade é de chegar, pelo menos, à medalha de bronze.

"Eu acho que nós podemos ter o direito de sonhar em fazer coisas boas e melhores do que aquilo que fizemos. Se o melhor foi o quarto lugar, por que não uma medalha? Acho que é importante sonharmos com isto, pensarmos assim e encararmos desta forma a competição, porque, se nos damos a este direito, é sinal que nós todos temos essa crença de podermos fazer coisas muito boas e fazer melhor", justificou.

Contudo, deixou claro que, para Portugal conseguir uma eventual medalha, será preciso "trabalhar e correr o dobro" dos adversários, a começar já com a Roménia, no dia 16 de janeiro.

"Acho que é muito importante termos a noção de que, se calhar, vamos ter de trabalhar o dobro para o fazer, vamos ter que correr o dobro dos outros e eu acho que por isso é que este Europeu é especial. Acho que temos essa capacidade de superação", apontou.

Areia reconheceu que "é importante ter os pés sempre no chão de que não vai ser fácil fazer igual", porque "já não foi fácil [o quarto lugar] no Mundial".

Portugal, que conta como melhor resultado no Europeu o sexto lugar alcançado em 2020, estreia-se no Grupo B diante da Roménia, no dia 16 de janeiro, seguindo-se o confronto com a Macedónia do Norte, dois dias depois, e a Dinamarca, anfitriã e tetracampeã campeã mundial, no dia 18, com todos os jogos a serem disputados na cidade dinamarquesa de Herning.

O Europeu de andebol realiza-se entre 15 de janeiro e 01 de fevereiro, em Oslo (Noruega), Herning (Dinamarca), Kristianstad e Malmö (Suécia).

 

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com/desporto/2916963/acho-que-e-especial-parece-que-voltamos-a-2020#utm_source=rss-ultima-hora&utm_medium=rss&utm_campaign=rssfeed


#Compartilhe

Aplicativos


Locutor no Ar

Peça Sua Música

No momento todos os nossos apresentadores estão offline, tente novamente mais tarde, obrigado!

Top 5

top1
1. Verão e amor (Cerveja no congelador)

Toy

top2
2. Os meus dois amores

JOSÉ MALHOA

top3
3. A morena baila

MARCO PAULO

top4
4. Chapéu de Palha

BANDALUSA

top5
5. A ÚLTIMA NOITE (LA ULTIMA NOCHE)

TELMO MIRANDA

Anunciantes